A literatura potiguar volta a celebrar um de seus nomes mais importantes com a chegada da terceira edição de A Pátria não é Ninguém, romance do escritor François Silvestre de Alencar. A obra, considerada por críticos e leitores como um dos grandes romances produzidos no Rio Grande do Norte, acaba de ser relançada com exclusividade pela Escribas Editora, após anos esgotada.
Publicado originalmente em 2003, o livro reafirma a importância de François Silvestre para a literatura norte-rio-grandense e para a construção de uma narrativa regional conectada aos grandes temas da história política brasileira. Reconhecido pela força de sua escrita e pelo refinamento literário, o autor consolidou uma trajetória marcada pela capacidade de transformar memória, política e experiência social em literatura de alta qualidade.
A nova edição chega ao público em acabamento especial e com vendas exclusivas pela loja virtual da Escribas Editora. O livro possui 296 páginas, custa R$ 70 e conta com frete grátis para todo o Brasil, ampliando o acesso de leitores de diferentes regiões a uma das obras mais importantes da ficção produzida no Rio Grande do Norte.
O livro
Em A Pátria não é Ninguém, François Silvestre acompanha a trajetória de Paulo Inácio, jovem sertanejo pernambucano que se envolve na resistência estudantil durante a Ditadura Militar e passa a viver na clandestinidade após fugir para São Paulo. A narrativa percorre cenários marcados pela repressão política, pela violência do regime autoritário e pelos dilemas humanos de quem vive entre o medo, a perseguição e a busca por pertencimento.
Mais do que um romance político, a obra se destaca pela habilidade do autor em aproximar diferentes realidades brasileiras, conectando o sertão nordestino às grandes metrópoles do país. A escrita de François Silvestre constrói um retrato profundo das tensões sociais e existenciais do período, questionando o próprio significado de pátria em tempos de exceção democrática.
A importância literária do romance foi reconhecida pelo crítico Manoel Onofre Júnior, que apontou A Pátria não é Ninguém como um dos melhores romances já publicados no Rio Grande do Norte. A obra também dialoga com o universo retratado em recentes produções do cinema brasileiro, como Ainda Estou Aqui e O Agente Secreto, ao abordar os impactos humanos e políticos da ditadura militar em cenários urbanos e nordestinos.
Natural do sertão potiguar e com trajetória construída entre cidades como Martins, Caicó e Natal, François Silvestre reúne em sua produção literária elementos da experiência política, da observação social e da tradição narrativa nordestina. Além da atuação como escritor, cronista e advogado, tornou-se referência intelectual no estado pela consistência de sua obra e pela contribuição ao fortalecimento da literatura potiguar contemporânea.
Chocolates comercializados no Brasil terão de seguir percentuais mínimos de cacau na composição, previstos por lei. Além disso, os fabricantes precisarão informar, de forma clara, a quantidade do ingrediente nos rótulos dos produtos vendidos no país, sejam eles nacionais ou importados.
A Lei nº 15.404/2026, que define critérios para a produção, classificação e rotulagem de produtos derivados de cacau no Brasil, está publicada na edição desta segunda-feira (11) do Diário Oficial da União. A norma entra passa a vigorar em 360 dias, período em que a indústria deverá se adaptar às novas exigências.
Um dos principais avanços previstos é a obrigatoriedade de informar nos rótulos o percentual total de cacau do produto. De acordo com a lei, a indicação deverá aparecer na parte frontal da embalagem, ocupando pelo menos 15% da área e com destaque suficiente para facilitar a leitura.
A informação será apresentada no formato “Contém X% de cacau”, de acordo com os percentuais a seguir:
Cacau em pó: mínimo de 10% de manteiga de cacau;
Chocolate em pó: mínimo de 32% de sólidos totais de cacau;
Chocolate ao leite: no mínimo 25% de sólidos totais de cacau e 14% de sólidos totais de leite ou derivados;
Chocolate branco: no mínimo 20% de manteiga de cacau e 14% de sólidos totais de leite.
Achocolatado ou cobertura: mínimo de 15% de sólidos de cacau ou 15% de manteiga de cacau.
O texto também proíbe práticas que possam induzir o consumidor ao erro, como o uso de imagens, cores ou expressões que sugiram tratar-se de chocolate quando o produto não atende aos critérios estabelecidos.
Em caso de descumprimento das regras, os responsáveis estarão sujeitos às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, além de outras penalidades sanitárias e legais cabíveis.
Duas pessoas testaram positivo para o hantavírus depois de terem sido retiradas do navio de cruzeiro MV Hondius, atingido por um surto, disseram autoridades de saúde. Nesta segunda-feira (11), a Espanha retira e repatria os últimos passageiros do navio.
Um passageiro francês que foi retirado do MV Hondius testou positivo para o vírus e sua condição estava piorando, disse hoje a ministra da Saúde da França, Stephanie Rist.
O Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos informou, nesse domingo (10), que um dos 17 norte-americanos que estão sendo repatriados apresentou resultado levemente positivo para a cepa Andes do vírus, enquanto o segundo apresentou sintomas leves.
Os últimos 24 passageiros a bordo do MV Hondius devem ser retirados na tarde de hoje do navio de cruzeiro, agora ancorado perto da ilha espanhola de Tenerife, no Atlântico, de acordo com as autoridades espanholas que coordenam a atividade.
A ação encerrará uma operação complexa que, até o momento, resultou na retirada e repatriação de 94 pessoas para seus países, 41 dias após a partida do MV Hondius do sul da Argentina e nove dias após o primeiro resultado positivo de teste para a infecção viral respiratória.
Três pessoas morreram desde o início do surto — um casal holandês e um cidadão alemão.
O luxuoso navio de cruzeiro partiu da costa de Cabo Verde para as Ilhas Canárias, na Espanha, em 6 de maio, depois que Madri concordou — a pedido da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da União Europeia — em administrar a retirada dos passageiros.
A OMS recomendou uma quarentena de 42 dias para todos os passageiros do barco a partir de 10 de maio, disse a diretora de gerenciamento de epidemias e pandemias, Maria Van Kerkhove, em entrevista.
Haylene e Isaac: a maternidade que atravessa um lugar mais humano / foto: arquivo pessoal
Reuniões de produção, editais, viagens e cronogramas apertados, existe uma rotina invisível que acompanha muitas mulheres da cena cultural potiguar, a maternidade. No Rio Grande do Norte, produtoras culturais independentes conciliam a criação dos filhos com uma profissão marcada pela instabilidade, pela exigência de disponibilidade constante e pela ausência de políticas estruturadas de apoio.
Para muitas delas, trabalhar significa também carregar mochilas, brinquedos, lancheiras e adaptar horários de gravação, festivais e eventos às demandas da vida materna. Em meio a esse cenário, mães produtoras seguem movimentando a cultura potiguar enquanto reinventam diariamente formas de existir no mercado de trabalho.
Neste Dia das Mães, a agência SAIBA MAIS conta a história de duas mulheres que se multiplicam em várias funções levando a vida na arte em conciliação com a maternidade.
A produtora cultural Haylene Dantas conhece bem essa realidade. Há cerca de duas décadas atuando na cena cultural do estado, ela construiu uma trajetória ligada à cultura popular, ao audiovisual e aos projetos de periferia. Entre os trabalhos realizados estão o tradicional aHAYá de Rua, além de produções ligadas ao cinema, publicidade e festivais culturais. Mãe de Isaac, ela afirma que a maternidade transformou não apenas sua rotina, mas também sua forma de enxergar o mundo e produzir cultura.
“A maternidade me atravessa num lugar mais humano que eu nunca imaginei que podia existir na minha vida. Acho que passei a olhar para o outro com respeito, pensando em acesso à cultura, à educação, à saúde. Isso mudou a forma como penso meus projetos, para que sejam mais democráticos, acessíveis e com pertencimento”, conta.
Haylene define a própria experiência como uma maternidade atravessada pela falta de uma rede de apoio sólida. Para ela, o discurso sobre apoio coletivo às mães ainda está distante da prática.
“Existe um romantismo muito grande sobre a maternidade, mas quando as dificuldades chegam, muitas vezes é na solitude que a gente resolve tudo. Às vezes existe uma avó, uma tia, um pai ajudando. Mas tem gente que nem isso tem”, afirma.
Haylene e Isaac: a maternidade que atravessa um lugar mais humano / foto: arquivo pessoal
Na rotina da produção cultural independente, onde horários são imprevisíveis e as demandas mudam constantemente, a maternidade impõe desafios permanentes. Haylene explica que Isaac frequentemente acompanha sua rotina de trabalho, inclusive em produções audiovisuais.
“Quem me contrata já sabe que, paralelo à minha produção, vem junto o assistente”, brinca, para completar:
“Isaac termina estando muito presente nos trabalhos por necessidade mesmo. No último ano, ele vivenciou comigo dois longas-metragens na pré-produção. Se não existisse acolhimento das equipes, eu provavelmente não conseguiria fechar esses trabalhos.”
Ela também destaca os desafios de conciliar a rotina de uma criança com o funcionamento do setor cultural.
“Nosso trabalho se molda às necessidades do projeto. Às vezes tem viagem, horários fora do comercial, gravações longas. Como conciliar isso com acordar para a escola, alimentação, rotina? Acho que esse é um dos maiores desafios.”
Além das dificuldades comuns à maternidade, Haylene vivencia uma maternidade atípica, o que demanda ainda mais atenção e presença.
“Tem momentos em que a maternidade pesa porque não existe substituição para esse lugar. Mas, no final, a gente consegue fazer essa mágica acontecer”, diz.
Mais consciência e respeito aos limites
Carol e Cora, dupla inseparável em casa, no trabalho e na bagunça / Foto: arquivo pessoal
A produtora cultural Carol Carvalho também precisou reconstruir sua relação com o trabalho depois da maternidade. Fundadora da Dale! Produções Culturais, ela atua desde 2012 com elaboração e gestão de projetos em audiovisual, artes cênicas, música e artes visuais. Entre os trabalhos realizados estão o Festival Munganga de Circo, o Festival Poty Mapping, a Semana do Circo de Natal e produções audiovisuais como a websérie “Septo” e a série “Taco Clube Praiano”.
Mãe de Cora, hoje com 11 anos, Carol lembra que imaginava conseguir manter o mesmo ritmo profissional após a chegada da filha, mas a realidade foi diferente.
“Antes de ser mãe, a gente não tem muita noção do que é de fato. Eu achava que conseguiria seguir trabalhando no mesmo ritmo, mas muda tudo: o corpo, o emocional, a dinâmica da vida e principalmente a relação com o tempo”, relata.
Mesmo grávida, Carol continuou trabalhando sem interrupções. Poucos meses após o nascimento da filha, já estava novamente em produção.
“Estreei um espetáculo de circo na Casa da Ribeira quando minha filha tinha três meses de vida. Hoje eu olho e penso que era meio loucura”, lembra.
Ela explica que os primeiros anos foram marcados por sobrecarga, cansaço e dificuldade de adaptação entre a rotina profissional e os cuidados intensivos com a filha.
“Uma simples visita técnica deixava de ser simples porque eu não podia ir sozinha. Minha filha precisava estar comigo, e eu dependia de outra pessoa para ajudar. Até os seis meses, ela só se alimentava de leite materno, então isso limitava muito meus deslocamentos”, lembra.
Com o passar do tempo, Carol passou a selecionar melhor os projetos que aceita, considerando tempo, deslocamento e impacto na rotina familiar.
“Hoje eu produzo de forma mais consciente, tentando respeitar meus limites. Porque ser autônoma já é instável por natureza, e com um filho isso pesa muito mais.”
Ela reconhece que atualmente consegue trabalhar com mais estabilidade graças ao apoio integral da mãe, algo que considera um privilégio.
“Quase sempre é outra mulher que sustenta essa rede de apoio quando falamos de maternar.”
Para Carol, ainda faltam políticas públicas capazes de acolher mães no setor cultural, especialmente mulheres autônomas e mães solo.
“Faltam editais que considerem custos com cuidado infantil, auxílio-creche, prazos mais flexíveis para gestantes e puérperas. Muitas mães acabam reduzindo ou interrompendo a atuação profissional não por escolha, mas por falta de condições”, desabafa.
Neste Dia das Mães, a produtora usou suas redes sociais para apresentar e destacar produtoras que, como ela, dividem o trabalho com a maternidade, uma forma de valorizar o papel mulheres que, muitas vezes, se veem sozinhas com o acúmulo de funções e até quatro jornadas diárias.
A maternidade também mudou profundamente o olhar criativo da produtora. Ela passou a se aproximar de projetos ligados ao cuidado, à infância, às mulheres e à ocupação afetiva da cidade.
“Passei a ocupar a cidade de outra forma, com uma criança a tiracolo. Isso me fez entender na prática o quanto é importante construir eventos e espaços culturais que acolham mães e crianças”, diz.
Entre bastidores, festivais, gravações e produções culturais, mães como Haylene e Carol seguem sustentando uma cena artística que também é construída a partir do cuidado. Em um setor frequentemente marcado pela informalidade e pela ausência de garantias, elas transformam a experiência da maternidade em potência criativa, resistência cotidiana e permanência.
Enquanto fazem a cultura acontecer, seguem também reivindicando o direito de trabalhar sem precisar escolher entre a profissão e o cuidado com os filhos.
SAIBA MAIS: Lei aprovada em Natal garante mães com filhos em sala de aula
A TV Brasil apresenta, nesta segunda-feira (11), mais uma partida da Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino de Futebol 2026. O canal público da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) transmite o confronto entre Palmeiras e Atlético-MG, com o pré-jogo a partir das 20h45.
Na 3ª colocação da tabela, o Palmeiras recebe o Atlético-MG na Arena Barueri, em São Paulo, buscando o topo da competição. Já o time mineiro entra em campo com o objetivo de sair da 13ª posição. A disputa entre as equipes é válida pela 10ª rodada.
Audiência crescente
As emoções do Campeonato Brasileiro Feminino Série A1 tem movimentado a audiência da TV Brasil em 2026. De acordo com dados do Ibope, foram mais de 1 milhão de pessoas alcançadas em dez partidas transmitidas pelo canal.
A exibição da partida faz parte da estratégia da TV Brasil, a tela do futebol feminino, para ampliar a visibilidade da modalidade no país. Pelo terceiro ano consecutivo, o canal público exibe jogos da elite feminina. Também serão transmitidos os confrontos decisivos das séries A2 e A3, a partir das semifinais. Além disso, o público poderá acompanhar as decisões das categorias de base pelo título do Brasileirão Feminino Sub-17 e Sub-20.
A equipe de profissionais que comanda as transmissões do Brasileirão Feminino conta com um time formado por mulheres, com a narradora Luciana Zogaib, as comentaristas Brenda Balbi e Rachel Motta e as repórteres Marília Arrigoni e Verônica Dalcanal.
As competições ganham ainda mais visibilidade por meio da parceria com os canais que formam a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), que podem retransmitir a programação da TV Brasil em seus estados.
Sobre o Brasileirão Feminino Série A1
A edição de 2026 do campeonato mobiliza 18 equipes que se enfrentam em turno único na fase de classificação. Os oito primeiros avançam para a segunda fase. As etapas, a partir das quartas de final, são disputadas no formato de mata-mata, com duelos de ida e volta.
Os times reunidos no Brasileirão Feminino Série A1 são: América (MG), Atlético Mineiro, Bahia, Botafogo, Corinthians, Cruzeiro, Ferroviária, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Juventude, Mixto (MT), Palmeiras, Red Bull Bragantino, Santos, São Paulo e Vitória.
Ao vivo e on demand
Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize.
Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV.
A audiência de três horas entre os presidentes Lula e Donald Trump, nos Estados Unidos, representa uma importante vitória diplomática e política para o governo brasileiro. Mais do que um encontro formal, a reunião demonstrou maturidade institucional e compromisso com os interesses do Brasil, mesmo diante das diferenças ideológicas entre os dois líderes.
A imagem de Lula dialogando com Trump simboliza uma diplomacia baseada no respeito e na defesa dos interesses nacionais. O encontro também mostrou que divergências políticas não impedem a construção de acordos quando existe disposição para conversar.
No campo político, a audiência representa um fracasso para a estratégia bolsonarista de tentar criar conflitos entre os governos brasileiro e norte-americano. Setores ligados à família Bolsonaro chegaram a defender, de forma irresponsável, uma espécie de intervenção estrangeira contra instituições brasileiras. O encontro entre Lula e Trump desmonta essa narrativa e demonstra que o Brasil não está isolado internacionalmente.
Outro ponto simbólico foi a declaração de Trump ao definir Lula como um presidente “dinâmico”. A fala contrasta diretamente com o comentário recente de Flávio Bolsonaro, que tentou atacar o presidente ao compará-lo a um “Opala” por causa da idade. Enquanto adversários apostam em ironias e ataques pessoais, Lula recebe reconhecimento internacional por sua experiência política e capacidade de negociação.
A política exige resultados, e resultados dependem de diálogo. Lula mostrou que sabe conversar até mesmo com quem pensa diferente, característica fundamental para qualquer estadista. O Brasil ganha quando seu presidente abre portas, fortalece relações diplomáticas e busca oportunidades econômicas para o país.
Pensando nas eleições de 2026, o eleitor terá a oportunidade de escolher entre dois caminhos: o da política do diálogo ou o da radicalização permanente. E para ajudar nessa tarefa, vai precisar de uma bancada de deputados e senadores alinhados no Congresso Nacional e com igual capacidade para o diálogo e para os enfrentamentos necessários numa luta entre visões e pensamentos antagônicos, comuns nas democracias.
O Brasil precisa de estabilidade, credibilidade internacional e capacidade de articulação. A reunião entre Lula e Trump mostrou exatamente isso: um presidente que conversa, debate e negocia com qualquer liderança mundial em defesa dos interesses nacionais. Em vez do isolamento e da tensão política estimulada por setores extremistas, prevaleceu o diálogo. E, numa democracia madura, o diálogo sempre será o caminho mais inteligente para construir avanços reais para a sociedade brasileira.
Dia das mães em casa com a família ou curtindo algum evento cultural na cidade? Você escolhe, até porque opções não faltam. O #MeGuia preparou um roteiro bacana com várias dicas de lazer e diversão, gratuitas e pagas, que vão de música, teatro, exposições, cinema, além dos tradicionais equipamentos culturais da cidade.
Uma boa pedida é o Som da Mata, que traz a banda Anatolyan, cujo som instrumental é uma mistura de rock psicodélico turco com o balanço nordestino. Ficou curioso ? O Som da Mata começa às 16h30, no Bosque dos Namorados.
Também tem karaokê no Eletromusic, Forró no Figa, Bingo de Dias das Mães no Sussurro bar, Memória do Elefante no Sempre Rock e muito mais.
Vá na fé e divirta-se !
MÚSICA ________________________
Karaokê, no Eletromusic | 10.05 DOMINGO LOCAL | Eletromusic Pub (Av. Prudente de Morais, 5823 – Candelária, Natal) HORÁRIO | 16h às 00h INFORMAÇÕES | @eletromusicpub
Forró do Figa | 10.05 DOMINGO LOCAL | Figa Bar (Rua Manoel Coringa de Lemos, 633 – Vila de Ponta Negra, Natal) HORÁRIO | Casa abre às 18h INFORMAÇÕES | @figa.bar
Memória do Elefante, no Sempre Rock | 10.05 DOMINGO LOCAL | Sempre Rock (Av. Praia de Ponta Negra, 9045 – Ponta Negra, Natal) HORÁRIO | 18h INFORMAÇÕES | @semprerockbar
Bingo de Dia das Mães, no Sussurro | 10.05 DOMINGO LOCAL | Sussurro (Rua Cabo de São Roque, 8821, Ponta Negra) HORÁRIO | A partir das 18 h ENTRADA | Gratuito INFORMAÇÕES | @sussurronatal
Pagode do Kekel e Fabinho Fernandes, no Só mais uma | 10.05 DOMINGO LOCAL | Só mais uma (Av. Eng. Roberto Freire, 8750, Ponta Negra) HORÁRIO | 17h ENTRADA | Couvert INFORMAÇÕES | @somaisumabar
Seis na Mesa e Pagodin do S&B, no Seu Zezin Botequim | 10.05 DOMINGO LOCAL | Seu Zezin Botequim (Av. Praia de Ponta Negra, 9076, Ponta Negra) HORÁRIO | 12h ENTRADA | Couvert INFORMAÇÕES | @seuzezinbotequim
Anatolyan, no Som da Mata | 10.05 DOMINGO LOCAL | Parque das Dunas HORÁRIO | 16h30 ENTRADA | gratuita INFORMAÇÕES | @somdamata
Tiago Guilherme e convidados, no Porão das Artes | 10.05 DOMINGO LOCAL | Porão das Artes (Rua Humberto de Campos, 3018, Cotovelo) HORÁRIO | A partir das 16h ENTRADA | Couvert: R$ 10 INFORMAÇÕES | @porao_das_artes_cotovelo
TEATRO
Mala Amarela, no Bosque Encena | 10.05 DOMINGO LOCAL | Parque das Dunas HORÁRIO | 10h ENTRADA | gratuita INFORMAÇÕES | @bosqueencena
EXPOSIÇÃO _______________
“Exposição coletiva”, no Bardallos | 09.05 SÁBADO LOCAL | Bardallos (Rua Gonçalves Lêdo, 678, Cidade Alta, Natal) HORÁRIO | a partir das 12h ENTRADA | Gratuita INFORMAÇÕES | @bardallosnatal
CINEMA _________________
Confira as programações completas: MOVIECOM, Praia Shopping, todo mundo paga meia de segunda à quarta-feira. CINÉPOLIS, Natal Shopping CINEMARK, Midway Mall CINEFLIX, Partage Norte Shopping
EQUIPAMENTOS CULTURAIS ________________________
PINACOTECA POTIGUAR Reúne a maior parte do acervo de Artes Visuais pertencente ao Governo do Estado, com obras de artistas como Newton Navarro, Maria do Santíssimo, Abraham Palatinik, Dorian Gray Caldas e Zaíra Caldas. Até 10 de dezembro, segue aberta a exposição “Objetos do Cotidiano”, que reúne uma coletânea dos trabalhos produzidos por 38 participantes das oficinas de fotografia do Projeto “Narrativas do Silêncio”. LOCAL |Praça Sete de Setembro, s/n Cidade Alta, ao lado da Assembleia Legislativa do RN HORÁRIO |de terça a sexta-feira, das 8h às 17h, e aos finais de semana, das 9h às 16h Entrada gratuita.
CIDADE DA CRIANÇA O parque público, fundado em 1962, compreende parque Infantil, pista de cooper, Lagoa Manoel Felipe, pedalinhos, igrejinha, anfiteatro, Escola de Artes Newton Navarro, Biblioteca Infanto-juvenil Mirian Coeli, Casa de Vovozinha, praça de alimentação com quiosques, Espaço Eureka de Ciência e Tecnologia. LOCAL |Cidade da Criança (Av. Rodrigues Alves – Tirol) HORÁRIO | aberto das 8h às 18h ENTRADA | R$ 2 (menores de 5 anos e maiores de 65 não pagam) INFORMAÇÕES | @cidadedacriancanatal
FORTE DOS REIS MAGOS O monumento, administrado pela Fundação José Augusto, está aberto à visitação. Visitas em grupo devem ser encaminhadas com antecedência para o e-mail [email protected], contendo data, horário e o descritivo da atividade a ser realizada. LOCAL |Forte dos Reis Magos (Praia do Forte) HORÁRIO | das 8h às 16h (de terça a domingo), fechando apenas às segundas-feiras para manutenção ENTRADA | R$ 5 (entrada inteira) e R$ 2,50 (meia entrada) aos visitantes da Fortaleza dos Reis Magos. Crianças até sete anos e os idosos a partir dos 60 anos estarão isentos dessa cobrança. INFORMAÇÕES | Aqui
CAJUEIRO DE PIRANGI Localizado na praia de Pirangi do Norte, Parnamirim, o Cajueiro cobre uma área de aproximadamente 9.000 m², com perímetro de aproximadamente 500 metros. Em virtude da sua extensão, a árvore gigante entrou para o Guinness Book “O Livro dos Recordes”, em 1994, como o Maior Cajueiro do Mundo. A árvore faz parte da vida da comunidade e do roteiro turístico dos visitantes do RN. A entrada custa R$ 8. Crianças, de sete a 12 anos pagam meia-entrada, assim como estudantes, professores e idosos, portando carteira comprobatória.LOCAL | Av. S. Sebastião, s/n, Pirangi do NorteHORÁRIO | 7h30 às 17h30 – ESTÁ FECHADO PARA RECUPERAÇÃO NOS DIAS 16 e 17 de SETEMBRO TELEFONE | (84) 3113 – 6191E-MAIL | [email protected]
BOSQUE DAS MANGUEIRAS Área pública de 14.125 m², do bioma Mata Atlântica, conforme classificação do Manual Técnico da Vegetação Brasileira (IBGE, 2012). O local dispõe de passeios acessíveis para prática de atividades físicas como caminhada e corrida. LOCAL |entre a Av. Nascimento de Castro, Jaguarari e Rua Tertius Rebelo, bairro Lagoa Nova HORÁRIO |de segunda a sexta das 8h às 14h CONTATOS |[email protected]e Ouvidoria Semurb: (84) 3616-9829.
COMPLEXO CULTURAL RAMPA O centro cultural edificado às margens do Rio Potengi está aberto à visitação. O Complexo é formado por edificações destinadas a abrigar o Museu da Rampa, o Memorial do Aviador, o Grêmio da Rampa, além de outros espaços voltados à realização de eventos, exposições, cursos e oficinas. Atualmente, os visitantes têm acesso a quatro mostras: “Natal Encruzilhada do Mundo”, “Sala da Paz”, “O Maior Feito Náutico do Mundo: 70 Anos da IOLE RN 2” e “Jornada na Cidade”. LOCAL |Rua Cel. Flamínio, 1 – Santos Reis, Natal HORÁRIO |das 9h às 18h (de terça a domingo), fechado apenas às segundas-feiras Entrada gratuita.
Carlão volta à cena com relançamento do primeiro livro / foto: João Maria Alves
O jornalista e escritor potiguar Carlos de Souza volta ao centro da cena cultural do Rio Grande do Norte com a reedição de Crônica da Banalidade, obra considerada um dos marcos da literatura potiguar contemporânea. Publicado originalmente em 1988, o livro retorna às prateleiras após mais de quatro décadas fora de circulação, em nova edição lançada pela Sebo Vermelho Edições.
O lançamento acontece no dia 16 de maio, a partir das 10h, no Sebo Vermelho, reunindo leitores, pesquisadores e admiradores da trajetória de Carlos de Souza, que deixou importante contribuição tanto para o jornalismo quanto para a literatura potiguar.
Carlão morreu dia 16 de agosto de 2019, vítima de câncer na região da bacia. Era natural de Areia Branca (RN), mas fez todo seu percurso profissional na imprensa escrita de Natal, assessoria de imprensa em órgãos públicos e como professor do curso de jornalismo da UFRN. Na literatura, foi autor de cinco livros. Além de “Crônicas da Banalidade”, lançou “Cachorro Magro”, “É Tudo Fogo de Palha”, “Cidade dos Reis” e “Urbi”.
Saiba Mais: Carlão de Souza: naquela mesa tá faltando ele
Reconhecido por sua escrita intensa, urbana e experimental, Carlos de Souza rompeu padrões tradicionais da prosa regionalista predominante no estado até os anos 1980. Em Crônica da Banalidade, o autor mistura elementos de autoficção, fluxo de consciência e referências à cultura beat para narrar a trajetória de um músico frustrado que tenta escapar da monotonia da vida noturna e acaba mergulhando em uma experiência existencial marcada pela loucura e pela solidão.
A obra ganhou destaque imediato junto à crítica local e, ao longo dos anos, consolidou-se como referência cult entre leitores e estudiosos da literatura potiguar. O crítico e historiador literário Manoel Onofre Jr. incluiu Carlos de Souza entre os principais nomes da ficção norte-rio-grandense em seu estudo Ficcionistas Potiguares, destacando o caráter filosófico e poético da narrativa.
Para pesquisadores da literatura contemporânea, a produção de Carlos de Souza ajudou a abrir novos caminhos para a prosa potiguar, deslocando o foco do regionalismo tradicional para temas urbanos, existenciais e experimentais.
Segundo a pesquisadora Cellina Muniz, a obra de “Carlão”, como era conhecido entre amigos e leitores, representou uma mudança estética importante na literatura produzida no estado.
A nova edição de Crônica da Banalidade chega revisada, com novo projeto gráfico e textos críticos assinados por pesquisadores como Cellina Muniz, Manoel Onofre Jr. e Thiago Gonzaga, além de uma entrevista inédita concedida pelo autor em 2012.
Carlão volta à cena com relançamento do primeiro livro / foto: João Maria Alves
O lançamento também celebra o legado cultural de Carlos de Souza para diferentes gerações de jornalistas, escritores e artistas potiguares. Além da atuação literária, o autor construiu trajetória marcante no jornalismo cultural, sendo lembrado pela escrita autoral, crítica e sensível diante das transformações sociais e urbanas de Natal.
A programação contará ainda com discotecagem temática de Fernandinho, o Implacável do Vinil, além de venda de kits comemorativos produzidos pela família do autor em parceria com o artista gráfico Edmar Viana.
Os interessados na pré-venda podem obter informações pelo perfil oficial do Sebo Vermelho no Instagram ou diretamente com Alex de Souza, filho do escritor e organizador da edição.
Comunicado assinado pelo chefe do setor de atividades de Mercado / foto: cedida
A Prefeitura de Natal determinou a suspensão das atividades do Mercado da Redinha a partir desta segunda-feira (11), deixando trabalhadores e permissionários apreensivos. Aos comerciantes, foi dado um prazo até as 22h deste domingo (10) para retirar mercadorias e desocupar o local. No entanto, os trabalhadores se recusaram a atender a exigência.
Ficou acordado que os permissionários se reunirão nesta segunda-feira com representantes da prefeitura, mas até o fechamento desta reportagem não havia definição sobre quem receberia os trabalhadores nem o horário da audiência.
De acordo com comunicado assinado pelo chefe do setor de Mercados da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), Rodrigo Oliveira do Monte, o Mercado da Redinha permanecerá fechado até a próxima terça-feira (12) para a realização de um serviço na rede elétrica. O documento, porém, não detalha o tipo de reparo que será executado.
Os permissionários temem que a suspensão seja prorrogada por tempo indeterminado, já que, segundo eles, não há informações objetivas sobre o serviço e representantes da categoria não conseguem obter esclarecimentos junto à secretaria responsável.
Um trabalhador que conversou com a agência SAIBA MAIS, sob condição de anonimato, afirmou que os permissionários já procuraram os secretários Arthur Dutra (Sepae), Filipe Alves (Semsur) e Shyrlei Menezes (Seinfra), mas nenhum deles teria assumido a responsabilidade pela situação do mercado. Segundo o relato, os trabalhadores estariam sendo constantemente encaminhados de uma secretaria para outra.
Comunicado assinado pelo chefe do setor de atividades de Mercado / foto: cedida
Reinaugurado em dezembro de 2025, o Mercado da Redinha conta atualmente com 32 boxes em funcionamento, sendo 29 ocupados por permissionários tradicionais e três destinados a artesãos da comunidade local. Aproximadamente 120 pessoas trabalham diretamente no espaço.
Um grupo de permissionários identificado como “Núcleo Ginga com Tapioca” divulgou uma mensagem alertando sobre a suspensão das atividades:
“Caros representantes, o nosso mercado público está ameaçado de fechamento total nesta segunda-feira (11), ainda sem justificativa formal por parte da Prefeitura. Os permissionários receberam há pouco a ordem para retirar mercadorias e produtos refrigerados devido ao desligamento da rede elétrica. Estaremos cedo no mercado para avaliar a situação, mas os trabalhadores são contrários à medida. Pedimos que todas as categorias estejam em alerta”, diz o comunicado.
Permissionários têm até 22h para desligar freezers e retirar mercadorias do local / foto: cedida
O Sada Cruzeiro conquistou o título da Superliga 2025/2026. A conquista da equipe mineira foi confirmada na manhã deste domingo (10), no ginásio do Ibirapuera em São Paulo.
O time venceu o Vôlei Renata Campinas por três sets a zero (25 a 14, 27 a 25 e 25 a 21). Esse foi o décimo título brasileiro para o Sada Cruzeiro.
Esta foi a quarta final entre os dois rivais em um ano. O Sada Cruzeiro venceu a Superliga masculina anterior e o Vôlei Renata foi campeão do Sul-Americano de clubes e da Copa Brasil.
O maior pontuador do jogo (com 18 pontos) e eleito para o Troféu VivaVôlei de melhor em quadra foi o oposto Oppenkoski.
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